Crônicas de um Alter
Fim de Janeiro.
Ato 2
Ele (aquele que realmente importa) retomou da maneira certa o que todos os medos e alters me impediam.
Eu já o conhecia, mas não sabia quem ele realmente era.
-
Muito conveniente, no mesmo café de sempre, música diferente.
Tudo se abria diante de mim, e o horizonte se expandiu. Partimos.
O dia não acabou mas já eram mais de duas. Eu o abraçava incrédulo de minha satisfação por não ter feito nada em teoria. Mas a música que tocava já fazia mais sentido.
Tudo fazia mais sentido.
10